quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Karatê

Karate: arte das mãos vazias
- Origem:  Oriental em Okinawa(ilha ao sul do Japão)
 Uma arte marcial que usa todas as partes do corpo para fins de auto-defesa. Foi desenvolvidas as lutas desarmadas em segredo por muito tempo, por influência de fidalgos japoneses, por proibir os súditos a carregarem armas.
Urbinati(2012) cita Funakoski(1988) o primeiro a denominar a arte de Karate-do(caminho das mãos vazias).
DOJO – local de treinamento das artes marciais.
Elementros Técnicos
- Saudação
Em pé(ritsurei)
Sentado(zarei)


- Fundamentos (Kihon)
Ataque(tori waza): soco e frontal

Defesa (uke waza):alta e baixa

Base (dachi waza):
- Formas (kata): série de técinicas ofensivas e defensivas, contra vários adversários imaginários.
- Lutas(Kumite): luta propriamente dita.
3 formas: Básico, Jiyu ippon kumite e jiyu kumite
Básico: 5 passos (gohon kumite), 3 passos(sanbon kumite) e um golpe (ippon kumite).
- Ippon kumite: vencer com um golpe único. Noção de espaço e tempo(maai) é um fator preponderante.
- Sanbon Kumite: 3 movimentos com o objetivo de aumentar a agilidade, com máxima intensidade e velocidade para ataque e defesa.
- Gohon kumite: 5 movimentos para fortalecimento através de exercícios de ataque e defesa com precisão, levando o praticante a exaustão.
Jiyu ippon kumite: luta semi livre com um único golpe, favorecendo o desenvolvimento de vivências corporais nas situações de luta real, preparando corpo e mente., com a finalidade de desenvolver a arte sem vencer o outro.
Jiyu kumite: combate livre,sem regras, com o uso de todas as técnicas

terça-feira, 18 de setembro de 2012

1° Atividade - Tartaruga

      Foi escolhido um aluno para ser o pegador, enquanto o restante da turma se espalhou pela sala na posição de 4 apoios, assim como “tartarugas”. O objetivo do pegador era tocar nos colegas, e eles, para não serem pegos e virarem pegadores também, deveriam deitar com as costas no chão e com braços e pernas pra cima.
Este foi um macro-jogo.


 
2º Atividade – Buldog

      Nesta atividade, também se escolheu um voluntário para ser o pegador, que deveria se posicionar de 4 apoios enquanto os colegas poderiam fugir correndo pela sala. Ao invés de apenas tocar nos colegas, desta vez o pegador teve que pegar e derrubar o colega no chão da forma de conseguisse. O colega pego virava pegador junto com o inicial. Macro-jogo, com progressão pedagógica para quedas.


 
3º Atividade – Rolamento

       Iniciação ao rolamento. Com o joelho direito no chão e com o pé esquerdo e mão direita no chão, o braço esquerdo fica estendido para cima. O braço esquerdo passa por entre a perna e braço direito, dando o impulso com as pernas para se efetuar o rolamento. Depois que os alunos conseguiram efetuar da maneira correta, a professora solicitou que ao final do rolamento, se batesse no tatami.


4º Atividade – Queda

       De joelhos o aluno deveria “cair”  posicionando o corpo para frente e apoiar-se sobre os antebraços, pois segundo a professora se o apoio fossem as mãos poderiam causar lesões.


5º Atividade- Imobilização com chave de braço

6º Atividade – queda


7º atividade




Iniciação ao Judô

Ushiro Ukemi – Progressão pedagógica. 

Balanceio partindo da posição sentada.
    
 Os alunos irão posicionar-se sentados, e coma as mãos apoiadas no chão irão impulsionar os membros inferiores com o intuito de ultrapassar os membros superiores, através de uma espécie de balanceio, e retornando a posição inicial.  


Rolamento partindo da posição sentada.  
   
 Sentados os alunos agora irão realizar um rolamento para trás, esses rolamentos devem ser feitos alternadamente uma vez para a esquerda, e uma vez para a direita. Para que o rolamento seja efetuado de maneira correta, os alunos irão inclinar a coluna cervical para o lado oposto ao rolamento. Por exemplo: O rolamento efetuado para a esquerda deve-se posicionar a coluna cervical inclinada para a direita, e vice-versa. Esse cuidado deve ser tomado para que a queda não se torne violenta e não ocorram lesões na coluna dos indivíduos iniciantes a prática do Judô.



Rolamento partindo da posição agachada.
     
 Os alunos posicionados com os braços estendidos e em posição agachada, apoiados sobre as pontas dos pés, ao sinal do professor irão apoiar as mãos no chão e realizar o rolamento para trás alternadamente para a esquerda e para a direita.

Rolamento partindo da posição em pé.
 Em pé os alunos irão posicionar-se com os pés paralelos e braços estendidos. Ao sinal do professor irão descer as nádegas o mais próximo possível dos calcanhares e em seguida partindo da posição sentada efetuar o rolamento alternadamente para a esquerda e para a direita.



Projeções – Progressão pedagógica. 

Pegada - Kumi-Kata 

Os alunos posicionados um de frente para o outro irão agarrar com a mão esquerda a manga direita do parceiro à altura do cotovelo e na zona da costura. Por sua vez a mão direita agarra a gola do parceiro à altura do peito esquerdo, com o polegar por dentro. Realizando deslocamento para frente e para trás partindo dessa pegada.  


De Ashi Barai – Progressão Pedagógica.
    
Os alunos posicionados um de frente para o outro irão agarrar com a mão esquerda a manga direita do parceiro à altura do cotovelo e na zona da costura. Por sua vez a mão direita agarra a gola do parceiro à altura do peito esquerdo, com o polegar por dentro. Partindo dessa pegada irão realizar uma projeção depositando força na mão que está segurando a manga do parceiro até leva-lo ao chão. A queda deve ser realizada alternadamente pelos parceiros. 

De Ashi Barai – Progressão Pedagógica.
      
Os alunos posicionados um de frente para o outro irão agarrar com a mão esquerda a manga direita do parceiro à altura do cotovelo e na zona da costura. Por sua vez a mão direita agarra a gola do parceiro à altura do peito esquerdo, com o polegar por dentro. Partindo dessa pegada irão realizar uma projeção dando um passo a frente com o mesmo pé que está posicionado à frente, isso para se aproximar do parceiro. Após aproximar-se fazer uma varredura com o pé de trás levantando a perna do parceiro e retornando a posição inicial. 

OsDe Ashi Barai – Progressão Pedagógica.

Os alunos posicionados um de frente para o outro irão agarrar com a mão esquerda a manga direita do parceiro à altura do cotovelo e na zona da costura. Por sua vez a mão direita agarra a gola do parceiro à altura do peito esquerdo, com o polegar por dentro. Partindo dessa pegada irão realizar uma projeção dando um passo à frente com o mesmo pé que está posicionado à frente, isso para se aproximar do parceiro. Após aproximar-se fazer uma varredura com o pé de trás levantando a perna do parceiro até efetuar a queda. 

Finalização das atividades. 

Volta à calma e alongamento. 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Judô

Conceito

      O conceito de Judô: Ju (delicadeza, suavidade) e Dô (caminho).Então Judô significa Caminho da Suavidade ou Caminho da Delicadeza. Têm uma filosofia de corpo e mente, onde o raciocínio de dominar seu oponente precisa de velocidade.

História

            Aos 18 anos Jigoro Kano, começou a praticar ju-jitsu por ser pequeno e fraco. Começou com técnicas de percussão ( atemi-waza) e técnicas de domínio (katame-waza) do estilo   de ju-jitsu Kito Ryu. Baseado nestas técnicas ele aprofundou seus conhecimentos tomando como base a força e a racionalidade. Além disso, criou novas técnicas para o treinamento de esportes competitivos, mas também pelo cultivo do caráter. Adicionando novos aspectos ao seu conhecimento do tradicional ju-jitsu o professor Kano fundou o Instituto Kodokan,com a educação física, a competição e o treinamento moral como seus objetivos.  E em 1882 começou a ensinar.




Projeções

- Ipon seoi nage :  Projecção sobre o ombro com uma mão”  , classificada no grupo de técnicas de braços (te-waza).



- De ashhi barai : O De-ashi-barai ou De-ashi-harai (De = Frontal, Ashi = pé e Harai = varrer)

 


Quedas

- Ushiro ukemi(costas)


1 - Partindo da posição deitado:
-Levante os braços na altura de 30 graus;
-Batar as mãos no tatame, mantendo o corpo relaxado olhando para o nó da faixa.
2 - Partindo da posição sentada:
- Os braços deverão estar estendidos à frente, na direção dos ombros, com a cabeça ligeiramente flexionada para frente;
- Caindo para trás execute o ukemi batendo com as mãos antes de encostar as costas no tatami.
3 - Partindo da posição agachada:
- Na pontas dos dedos, mantendo a extensão do corpo;
- Elever os braços na direção dos ombros, fazendo com que as nádegas fiquem apoiados nos calcanhares;
- Caindo para trás, execute o ukemi batendo com as duas mãos antes de encostar as costas no tatami.
4 - Partindo da posição em pé:
- Levante os calcanhares, apoiando somente na ponta dos pés;
- Flexione as pernas a agache;
- Caindo para trás executando o ukemi.



- Yoko ukimi(lateral) :



Artigo

A EVOLUÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DO JUDÔ: PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES

Orozimbo Cordeiro Júnior

Marcelo Guina Ferreira
Anegleyce T. Rodrigues

O artigo apresenta uma ótica crítico - superadora sobre a metodologia de ensino do Judô como um elemento da cultura corporal da Educação Física, a abordagem crítico - superadora parte de uma análise de poder e dominação de nossa sociedade, para que os alunos desenvolvam uma reflexão sobre do que traz do seu cotidiano.
            A partir dessa visão os  autores deste artigo tentam apresentam uma proposta para superar o ensino do Judô, que tem sua características culturais e exclusivamente técnico, compreendendo os aspectos sociológicos e históricos do Judô, é proposto que deve ensinar o movimento no Judô e não somente a técnica.                                                                                                                     
            Na era Shogun (Época feudal) japonesa o país não possuía bom desenvolvimento tecnológico de armas, materiais, por possuírem grandes feudos era necessário a segurança das terras pelos samurais. Os samurais praticavam o Jiu Jitsu como parte de formação. O objetivo era se preparar par aplicar golpes contundentes para paralisar o adversário e até levar a óbito. Para praticar o Jiu Jitsu não era necessário o uso da espada por essa razão a modalidade foi difundida pela classe camponesa.Passado a era Shogun, houve o fim dos feudos e o fim dos samurais e o Japão fazia contato com outros países acabando o sentido de luta tão contundente que poderia levar a óbito. Nessa fase surge o judô, seu precursor foi Jigoro Kano, que pensou nessa luta como uma mantedora da cultura japonesa sem que levasse o adversário até a morte.É nesse sentido que os autores dizem que deve ser o movimento do judô, mostrando que a cultura corporal não é estática e sim um processo dinâmico. Desta forma idealizado por Jigoro Kano os fundamentos da modalidade são as projeções, o jogo entre desequilíbrio e equilíbrio, as imobilizações, as quedas e os rolamentos. Jigoro Kano foi ministro da educação, além de ser considerado o pai da educação física no Japão, por sua importância ele conseguiu implantar o judô nas escolas japonesas.                                                                                              
       O Japão torna-se uma potência mundial e a cultura japonesa começa a ter contato com o mundo ocidental e capitalista por meio da imigração. Por ser uma potência, os países ocidentais contratavam emigrantes japoneses para gerar um desenvolvimento tecnológico e modernizar sua pátria. Os emigrantes japoneses frequentemente praticavam o judô como uma forma de relembrar sua cultura e a sua terra. Após a modernização e a industrialização, muitos emigrantes japoneses ficaram desempregados, e para manter o sustento da família começaram a dar aula de judô para os filhos dos japoneses e também para os ocidentais. Assim o judô passou a ser uma prática de cultura corporal difundida em todo o mundo, e assumia um significado social diferente para cada país.
         O judô passou a ser globalizado e conforme não poderia deixar de ser, a modalidade tornou-se olímpica em 1964 em Tóquio,  e aos poucos, como os autores criticam, foi perdendo o seu significado sociocultural para se tornar um esporte de rendimento, de treinamento exaustivo, onde só a vitória interessa, e é exatamente isso que os autores contestam, o judô como prática da cultura corporal também pertencente ao Brasil, deve ser ensinada também no âmbito histórico e sociocultural.

 

Special Judô Fitness Test

     Dois judocas (ukes) estrutura e massa corporal semelhantes, 2 executantes são posicionados a seis metros de distância um do outro, enquanto o executante do teste (tori) fica a três metros(no meio) de distância dos judocas que serão arremessados. O teste é divido em 3 períodos, 15 segundos (A), 30 segundos (B) e 30 segundos (C) com intervalos de 10 segundos entre os mesmos. Durante cada um dos períodos, o executante arremessa os parceiros utilizando a técnica do ippon-seoi-naguê o maior número de vezes possível. Imediatamente após e um minuto após o final do teste é verificada a FC do atleta. O total de arremessos realizados e o índice abaixo são calculados.


                    Índice= FC final (bpm) + FC 1 min após o final do teste(bpm) 

                                _______________________________________

                                                     Número total de arremessos


Esquema do teste

Ukes_____________________Tori____________________Ukes
                  3 metros                                  3 metros


Objetivo: Analisar a avaliação de atletas de judô por meio de um teste específico. Verificar a condição física do atleta servindo de subsídios ao treinador para prescrição, planificação e periodização adequado para o treinamento esportivo do mesmo.



REFERÊNCIAS

Bezerra,Eduardo Dias ; Silva, Vladimir Schuindt da ; Souza ,Israel ; Avaliação de atletas de judô com a utilização do Special Judô Fitness Test (SJFT). Revista Digital - Buenos Aires - Año 13 - N° 121 - Junio de  2008.

FRANCHINI, Emerson. Judô: desempenho competitivo. São Paulo: Manole, 2001.

MORAES, Fabiano Braum de; SILVEIRA, Nira. Esportes: judô. Blumenau: Sabida.

 Site
  http://www.efdeportes.com/



terça-feira, 28 de agosto de 2012

Atividades Sugeridas



Jogos de rapidez e atenção

Atividade: Tubarão
     Uma criança deverá posicionar-se no centro do tapete, enquanto as crianças que sobraram da turma deverão ficar todas, em um só lado deste. Quando o professor soar o apito, as crianças deverão atravessar a linha central do tapete sem ser pego pela criança que está posicionada sobre ela. A criança que for pega vira “tubarão” junto com o colega do centro, e assim por diante.

Jogos de conquista de objeto

Atividade: Pegue a bola

           Metade da turma deverá posicionar-se em um circulo no centro do tapete. Dentro do circulo terá uma bola, que será passada de um colega para o outro com as mãos. Fora do circulo, a outra metade da turma deverá tentar pegar a bola que está sendo passada sem entrar no circulo. Se a equipe alcançar o objetivo, os papéis são invertidos.

Jogos de conquista de território

 Atividade: Coelhinho sai da toca
          As crianças deverão ser posicionadas, cada uma dentro de um arco. Quando a professora gritar “Coelhinho atrás da toca”, as crianças deverão sair de seus arcos e trocar de modo de que não fique dentro do seu anterior. A cada rodada, a professora irá tirar um arco qualquer, de modo que fique cada vez mais dificultoso de conquistar o seu espaço.

 Jogos para desequilibrar

  Atividade:João Bobo

         Em dupla, de joelhos de frente um ao outro, com um dos membros superiores ao lado do corpo e o outro solto, e tentar desequilibrar o colega. Ganha quem conseguir derrubar ou tirar um dos joelhos do chão.


Jogos para reter, imobilizar, livrar-se

Atividade:Segura peão

         Em dupla, usando os braços e as mãos e segurá-lo sentado no chão durante cinco segundos,caso ele consiga se livrar antes.


Jogos para combater

Atividade: Estourando a bexiga
       Com uma bexiga amarrada no tornozelo, os alunos terão que estourar , e ao mesmo tempo  defender a sua bexiga.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Jogos de Oposição - Continuação

  3 - Conquista de Território

Objetivo:Continuação da vivência em jogos de oposição;

     Implicam em aproveitamento e diversificação das ações desestabilizadoras para chegar a seus fins. É preciso puxar, carregar, empurrar, fazer virar e esquivar-se, desviar-se e resistir. O contato se torna inevitável.

Atividade 1: Nunca 3

  Esse jogo tem como intuito de mostrar as crianças que ninguém ganha ou perde.
Os alunos terão que se sentar em duplas , o professor escolhe um aluno para começar sozinho, onde terá que buscar alguma dupla para se sentar. Ao sentar -se, o aluno que esta na outra ponta terá que sair de joelhos em direção de outra dupla, e assim por diante.


Atividade 2 : Sumôzinho

  Cada dupla terá, que ficar com um dos pés dentro do quadrado do tatame e outro fora, os alunos estarão abraçados, e tentar empurrar o colaga para fora do quadrado, como conquistando seu espaço.


Atividade 3: Sumô do Saci

  A mesma atividade a cima, mas com uma variação, o aluno terá que segurar com a mão sua perna que se encontra do lado de fora do quadrado.


Atividade 4 : 4º Periodo

  Todos os alunos estarão deitados em decubito ventral no tatame, e somente um ficará a frente. Ao comando desse aluno em pé perto da parede do outro lado da sala, os demais ao chão terão de se rasteijar pelo tatame enquanto o aluno esta de costas e sem olhar, ao se virar e falar "4º periodo", todos terão que parar nos seus lugares. Ganha quem conseguir tocar na parede do outro lado da sala.


Obs: A palavra de comando pode ser outra.

4 - Desequilibrio

Objetivo:Tentar desequilibrar o colega

    Agir em direção ao adversário, sem mediação de objeto ou de território. Os papéis de ataque e de defesa são alternados e/ou simultâneos.

Atividade 1: Briga de Galo

  Em duplas sobre o tatame os alunos ficarão de cócoras saltitando para os lados ,com o objetivo de desequilibrar o colega e leva-lo ao chão. Vence o aluno que conseguir se manter equilibrado e desequlibrar o colega.



Atividade 2: Segurar a perna


  Em duplas, os alunos deverão segurar a perna contraria do colega. Ao comando do professor os alunos deverão tentar desequilibrar o colega e derruba-lo no chão. Vence o aluno que conseguir derrubar o colega mais vezes durante a atividade.



Atividade 3: Puxar o braço

  Em dupla, os alunos terão que ficar de quatro apoios(sem colocar o joelhos no chão - posição de flexão), cabeças encostadas, e com uma das mãos terão que tentar desequilibrar o colega, puxando um dos braços.


Atividade 4 : Pé com pé
  Sentados no chão as duplas deverão se posicinar um de frente pra o outro, colocar as mãos no chão e encostar as regiões plantares. O obejtivo é tentar desequilibrar o colega com os pés, o aluno que conseguir fazer o outro colocar os pés no chão ou deitar, vence.
 Essa atividade têm como variação, colocar as mãos na região occipital ou nos ombros,assim trabalhando isometricamente a região abdominal.



5 - Jogos para reter, imobilizar e se livrar:

     Enfrentamentos variados e que obrigam o corpo-a-corpo. São jogos para resistir e livrar-se. Os papéis são separados e/ou combinados.

Atividade 1 : Homem Aranha

  Um aluno será escolhido para ficar em quatro apoios, sem apoiar os joelhos, irá se deslocar no tatame  e tocar os colegas que estarão fugindo, e quando pegos deverão assumir a posição e pegar os outros.Sua progressão, é tentar derrubar o colega.




Atividade 2 : De Costas

  A dupla deverá sentar -se um de costas para o outro ,inicialmente com as mão na cabeça. Ao comando do professor, os alunos terão que tentar derrubar  um ao outro, sem se levantar.




Atividade 3: Peão

  Em dupla, um deverá ficar de joelhos no chão, enquanto isso o outro colega ficará em cima. O aluno que está de joelhos tentará derrubar o colega no chão, e o mesmo deverá impedi-lo, segurando-o.



6 - Jogos para combater:

      Estimula-se o combate completo, sendo que as condutas de ataque e de resistência são concomitantes. Aqui, torna-se indispensável encadear e coordenar todas as ações necessárias ao combate.

Atividade 1: Lutas em dupla

Em duplas, os alunos deverão correr pelo tatame, e ao comando da professora, irão até uma outra dupla e tentar tocar, os mesmos deverão tentar se defender.
Sua progressão, será quando um da dupla ficará ao contrário do colega, e farão o mesmo que atividade, tentar tocar e se defender.







Finalização
- Discussão sobre trabalho de força;
- Trabalho isométrico - exercício "canivete"
- Alongamento e Relaxamento.